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MARIA CRISTINA É UMA AVENGER E VOCÊ NÃO SABIA

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A beleza de enfrentar o mundo!

Maria Cristina trabalha comigo. Na verdade, eu trabalho com ela, já que eu cheguei depois e ela está por aqui há quase trinta anos. Nesse tempo, com sua personalidade marcante, ouso dizer que não existe uma pessoa nessa empresa inteira (olha que somos quase mil funcionários) que não a conheça. É impossível não conhecê-la!

Ela é alegre, fala alto. Ela é intensa, diz o que pensa. Ela é agitada, não deixa nada para amanhã, acho inclusive que a palavra amanhã nem existe no dicionário dela. Mas a grande questão, a maior questão de todas, é que Maria Cristina é forte! Eu poderia dar mil adjetivos para ela, mas esse é necessário, é quase um anti-adjetivo – como se fosse possível existir uma palavra que, não sendo o adjetivo, já o seja. Como se falar de força e de Maria Cristina fossem à mesma coisa.  Maria Cristina é forte!

Ela acorda às 5h da manhã, faz crossfit, dá conta da sua família, dá conta dos seus amigos, da conta de si mesma. Alimenta-se bem de verdade – como vejo poucas pessoas fazendo – está sempre bonita, bem humorada, trabalha muito e, quando digo muito é MUITO MESMO, dá conta de si mesma, dá conta dos seus amigos, dá conta da sua família. Maria Cristina é forte!

E essa força toda está ligada a uma fina e incomoda verdade: Maria Cristina está sempre vivendo! Está sempre a procura do novo, que se apresenta aqui, hoje, agora, no momento presente. Está sempre percorrendo caminhos que sejam possíveis, que sejam seus e se reconstruindo, mesmo que isso custe abrir sozinha novas estradas. Maria Cristina está sendo e ser é o que faz dela forte. Maria Cristina está escolhendo ser e escolher ser é o que faz dela ela mesma.

Por que o que são os super-heróis senão frutos de suas próprias escolhas? Maria Cristina seria então o Avenger mais poderoso do grupo, aquele que detêm o poder sobre si mesmo, aquele que escolhe as batalhas pelas quais valem realmente a pena lutar e que se apresenta para vida da mesma forma que a vida se apresenta para ela, com urgência de vivê-la.

Não que ela seja perfeita. Tem lá seus defeitos… Todo mundo tem!  Não que sua vida seja impecável. Nenhuma vida é e às vezes ela pode não dar conta de tudo… Não que seu modelo de pessoa seja o ideal a ser seguido… Ninguém é absolutamente ideal.

Ideal mesmo é saber que sua força não nasce de nada que seja externo, de nada que seja do outro. Sua força nasce de si mesma. Cresce da beleza de enfrentar o mundo de peito aberto, da confiança de que sim, podemos tudo; sim, podemos mudar o mundo. Podemos ser mais do que imaginamos. Podemos ser tudo aquilo que imaginamos. Basta escolher ser!  

Porque escolher é, sem sombra de dúvida, um superpoder!


Quero deixar um agradecimento especial à Maria Cristina, essa mulher realmente forte e batalhadora, que me deixou dividir sua história!

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